PORTO NEGRA
Duração: 02 horas não inclui noite de hospedagem - A partir de: sob consulta*

Duração: 02 horas não inclui noite de hospedagem - A partir de: sob consulta*
O Museu de Percurso do Negro é uma iniciativa que se propõe, através de obras públicas, visibilizar a presença das pessoas negras na cidade de Porto Alegre dentro do perímetro urbano do Centro Histórico. Através das obras é possível discorrer sobre a presença e participação da comunidade negra na cidade a partir dos aspectos culturais, econômicos, religiosos e políticos. O percurso Territórios Negros: Afro-brasileiros em Porto Alegre tem o objetivo colocar em destaque as regiões da cidade que se constituíram, ao longo da história, em espaços de referência cultural da população afro-brasileira. Logo, o Projeto Porto Negra conflui estes dois projetos juno a paisagem urbana e promove a visibilização, através de referências espaciais, das práticas culturais e dos modos de vida dos negros, desde a sua atuação como trabalhadores (as) escravizados (as) até os dias atuais, na sua caminhada pelo reconhecimento e afirmação no contexto social como grupo étnico com valores, princípios e importância notáveis e fundamentais na formação de uma Porto Alegre pluriétnica e multirracial.

O Percurso
Praça do Tambor
O antigo Largo da Forca, atual Praça Brigadeiro Sampaio, é o local onde foi erguido o Tambor – primeiro marco do Museu de Percurso do Negro. As batidas dos visitantes fazem ecoar o tambor, evocando e saudando os ancestrais.
Pelourinho
Na rua de fronte à Igreja das Dores estaria possivelmente localizado o Pelourinho. No entanto, assim, como no Largo da Forca, não há qualquer vestígio no local, apenas registros documentais e relatos de viajantes.
Largo da Quitanda
Ainda na Rua da Praia, o Largo da Quitanda era o local onde as negras minas (quitandeiras) circulavam com seus tabuleiros e balaios oferecendo seus quitutes. Neste mercado a céu aberto, localizado nas imediações do antigo Cais do Porto, hoje Praça da Alfândega, comercializava-se de tudo: frutas, carne seca,
lenha, pinhão, peixe, ervas, chás, amendoim e hortaliças.
Mercado Público
Abrigando em seu centro o assentamento do Orixá Bará, o Mercado Público é um local de referência para os integrantes das religiões de matriz afro-brasileira.
Este percurso possui cerca de 1,5 km de distância e acontece dentro do perímetro do Centro Histórico de Porto Alegre.
O Parque da Redenção, a Colônia Africana, a Ilhota, o Quilombo (urbano) do Areal da Baronesa e o Largo Zumbi dos Palmares, constituem a expansão da territorialidade negra na cidade fora do eixo do Centro Histórico. Espaços marcados pela ampla sociabilidade da comunidade negra, onde estavam localizados casas de batuque, times de futebol, clubes sociais negros, blocos carnavalescos, entre outras instituições do cotidiano desta população. Ao longo do século XX, o processo de reforma urbana atinge principalmente este segmento, que ao longo dos anos vai sendo levado cada vez mais à margem do centro da cidade, materializando o que conhecemos como periferias ou vilas.
Maurício da Silva Dorneles é licenciado em História e Mestre em Educação, ambas formações pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua na área de Ensino de História e Culturas Afro-brasileiras e Africanas e Educação para as Relações Étnico-Raciais. Integrou equipes de ações educativas como o projeto "Territórios Negros: Afro
brasileiros em Porto Alegre" e é co-criador do jogo pedagógico “As Viagens do Tambor”. Além de atuar no ensino e pesquisa, também ministra aulas e oficinas para estudantes, professores e sociedade civil. Também é co-coordenador do projeto “Porto Negra”.
Fone/Whats: 51 991249529
Café no final do trajeto ( Beijo Frio)
Bebidas
O Percurso
Praça do Tambor
O antigo Largo da Forca, atual Praça Brigadeiro Sampaio, é o local onde foi erguido o Tambor – primeiro marco do Museu de Percurso do Negro. As batidas dos visitantes fazem ecoar o tambor, evocando e saudando os ancestrais.
Pelourinho
Na rua de fronte à Igreja das Dores estaria possivelmente localizado o Pelourinho. No entanto, assim, como no Largo da Forca, não há qualquer vestígio no local, apenas registros documentais e relatos de viajantes.
Largo da Quitanda
Ainda na Rua da Praia, o Largo da Quitanda era o local onde as negras minas (quitandeiras) circulavam com seus tabuleiros e balaios oferecendo seus quitutes. Neste mercado a céu aberto, localizado nas imediações do antigo Cais do Porto, hoje Praça da Alfândega, comercializava-se de tudo: frutas, carne seca,
lenha, pinhão, peixe, ervas, chás, amendoim e hortaliças.
Mercado Público
Abrigando em seu centro o assentamento do Orixá Bará, o Mercado Público é um local de referência para os integrantes das religiões de matriz afro-brasileira.
Este percurso possui cerca de 1,5 km de distância e acontece dentro do perímetro do Centro Histórico de Porto Alegre.
O Parque da Redenção, a Colônia Africana, a Ilhota, o Quilombo (urbano) do Areal da Baronesa e o Largo Zumbi dos Palmares, constituem a expansão da territorialidade negra na cidade fora do eixo do Centro Histórico. Espaços marcados pela ampla sociabilidade da comunidade negra, onde estavam localizados casas de batuque, times de futebol, clubes sociais negros, blocos carnavalescos, entre outras instituições do cotidiano desta população. Ao longo do século XX, o processo de reforma urbana atinge principalmente este segmento, que ao longo dos anos vai sendo levado cada vez mais à margem do centro da cidade, materializando o que conhecemos como periferias ou vilas.
Maurício da Silva Dorneles é licenciado em História e Mestre em Educação, ambas formações pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua na área de Ensino de História e Culturas Afro-brasileiras e Africanas e Educação para as Relações Étnico-Raciais. Integrou equipes de ações educativas como o projeto "Territórios Negros: Afro
brasileiros em Porto Alegre" e é co-criador do jogo pedagógico “As Viagens do Tambor”. Além de atuar no ensino e pesquisa, também ministra aulas e oficinas para estudantes, professores e sociedade civil. Também é co-coordenador do projeto “Porto Negra”.
Fone/Whats: 51 991249529
Guia acompanhante desde a saída
Café no final do trajeto ( Beijo Frio)
Alimentos
Bebidas
Negociavel para grupos a partir de 10 pessoas
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